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Artigo de periódico

O trabalho como direito humano e como direito fundamental e a sombra da “pejotização”

dc.contributorMaistro Junior, Gilberto Carlos
dc.contributor.authorMaistro Junior, Gilberto Carlos
dc.date.accessioned2026-05-08T18:31:50Z
dc.date.available2026-05-08T18:31:50Z
dc.date.created2026-05-22
dc.date.issued2026-05-22
dc.identifier.citationMAISTRO JUNIOR, Gilberto Carlos. O trabalho como direito humano e como direito fundamental e a sombra da “pejotização” =Labor a human right and a fundamental right under the shadow of “pejotização”. Revista do Tribunal do Trabalho da 2ª Região, São Paulo, v. 18, n. 35, p. 119-148, jan./jun. 2026pt_BR
dc.identifier.urihttps://basis.trt2.jus.br/handle/123456789/18273
dc.description.abstract[por] O artigo analisa a pejotização — imposição ao trabalhador da constituição de pessoa jurídica como condição de contratação — à luz do trabalho como direito humano (DUDH) e direito fundamental (CRFB). Argumenta-se que o empreendedorismo generalizado é inviável diante da realidade socioeconômica brasileira, marcada por baixa renda e acesso precário à educação. A Constituição exige trabalho decente, alinhado ao ODS 8 da ONU, o que o modelo empregatício melhor assegura. A pejotização desumaniza o trabalhador, frauda a finalidade do instituto da pessoa jurídica, viola a primazia da realidade e gera perdas bilionárias à arrecadação e à seguridade social. Conclui-se que contratar entre pessoas jurídicas pode ser lícito, mas pejotizar — transformar artificialmente relação de emprego em contrato empresarial — não o é, cabendo à Justiça do Trabalho a competência para julgar tais demandas.pt_BR
dc.description.abstract[eng] The article examines “pejotização” — the practice of compelling workers to incorporate as legal entities as a condition of hiring — in light of the right to work as a human right (UDHR) and a fundamental right under the Brazilian Constitution. It argues that generalized entrepreneurship is unfeasible given Brazil’s socioeconomic reality, marked by low income and precarious access to education. The Constitution demands decent work, aligned with UN SDG 8, which the employment model best guarantees. “Pejotização” dehumanizes workers, distorts the legal purpose of the corporate entity, violates the principle of the primacy of reality, and generates billions in losses to tax revenue and social security. The article concludes that contracting between legal entities may be lawful, but “pejotização” — the artificial conversion of an employment relationship into a business contract — is not, and jurisdiction over such claims belongs exclusively to the Labor Courts.
dc.description.tableofcontentsIntrodução -- O trabalho na Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH) e os desafios para o estabelecimento de condições reais generalizadas para a livre iniciativa -- O trabalho como direito social na ordem constitucional brasileira -- Breves notas sobre os sentidos do trabalho decente e o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 8 das Nações Unidas -- O processo de desumanização provocado pelo movimento de valorização da pessoa empreendedora -- A pejotização e sua feição desumanizadora das relações de trabalho -- Conclusão
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.relation.ispartofRevista do Tribunal do Trabalho da 2ª Região: v. 18, n. 35 (jan./jun. 2026)
dc.subjectDireitos humanospt_BR
dc.subjectPessoa jurídica
dc.subjectPrincípio da dignidade da pessoa humana
dc.subjectPrincípio da primazia da realidade
dc.subjectRelação de emprego
dc.subjectTrabalhador
dc.titleO trabalho como direito humano e como direito fundamental e a sombra da “pejotização”pt_BR
dc.title.alternativeLabor a human right and a fundamental right under the shadow of “pejotização”pt_BR
dc.type.genreArtigo de periódicopt_BR
dc.type.materialDocumento textualpt_BR
dc.relation.ispartoflinkhttps://basis.trt2.jus.br/handle/123456789/18248

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