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A consolidação do teletrabalho em tempos de pandemia e seus efeitos nas condições de trabalho e na saúde do trabalhador. Direito à desconexão e repercussões
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A consolidação do teletrabalho em tempos de pandemia e seus efeitos nas condições de trabalho e na saúde do trabalhador. Direito à desconexão e repercussões
O presente artigo aborda o regime de teletrabalho, adotado como importante forma de enfrentamento das restrições de convívio em razão da pandemia. Trata dos efeitos de tal modalidade de trabalho na saúde do trabalhador, ressaltando a importância do respeito aos limites da jornada, sobretudo diante do fato de que ao prestar serviços no âmbito de sua casa, o empregado encontra dificuldade em distinguir entre o tempo efetivo de trabalho profissional e o tempo de trabalho doméstico. Não raro, sua jornada torna-se mais extenuante do que aquela desenvolvida no estabelecimento do empregador, prejudicando o tempo de repouso e desconexão das questões profissionais, e consequentemente preterindo as questões pessoais e familiares. O tema aqui abordado vai muito além da esfera do Direito do Trabalho e do próprio Direito, em si. Trata-se de uma discussão transversal, que envolve questões jurídicas, sociais, de saúde pública e econômicas. E refere-se, acima de tudo, a uma questão urgente, que exige um debate envolvendo homens e mulheres, trabalhadores e empregadores.
Ao citar este item, use
https://basis.trt2.jus.br/handle/123456789/14408Fonte
MANUS, Pedro Paulo Teixeira; MANUS, Ruth Olivier Moreira. A consolidação do teletrabalho em tempos de pandemia e seus efeitos nas condições de trabalho e na saúde do trabalhador. Direito à desconexão e repercussões. Revista do Tribunal do Trabalho da 2. Região, São Paulo, n. 26, p. 75-84, 2021.Assunto
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